Me sento de um lado da balança
E do outro lado, você (gigante)
Não forço meu lado, mal respiro
E você traz nos bolsos um punhado de pedras
Não esboço reação, mas você usa sua força
Como uma flexa de Apolo ou um coice de Poseidon
Desequilibra, força e pula
Sobro a pular, descontrolado
sem rumo ou amanhã.
Balança da justiça…
Com tudo que fez
Só encontrarás um culpado: Eu
Porque não enchi os bolsos
Porque não fiz o que você queria
Larga-me ao sereno e torna a rir de mim
Como é triste e bonito o mundo dos poetas
Com caneta e papel uma tela surreal… real…
Olha quem voltou a escrever!!!
Que profundo!
Gostei.